terça-feira, 31 de julho de 2012

Uma Poetisa que por acaso é minha mãe!!!!

Pensamentos positivos (oração)

De hora em hora, minha vida melhora...
Dia a dia estou melhorando...
Estou prosperando em todos os sentidos...
Sou hoje, melhor que ontem;
Serei amanhã, melhor que hoje...
Vivo com entusiasmo e confiança, buscando
sempre um futuro melhor e mais risonho...
As células do meu organismo se renovam
através de pensamentos de harmonia, amor,
saúde, sucesso....
Colho no presente, o que plantei no passado;
colherei no futuro, o que plantar no presente...
Sou responsável pelos meus atos...
Sou otimista, sou tolerante, sei perdoar...
Adoro a vida...acho o mundo maravilhoso...
Cumpro meus deveres com prazer e alegria...
Ganho honestamente meu pão de cada dia...
Resolvo meu problemas com calma e serenidade...
Sou feliz...Nasci para amar e servir...
Faço o bem sem olhar a quem...
Minha norma de conduta se baseia no respeito mútuo...

Amo a Deus sobre todas as coisas
e ao próximo como a mim mesmo...

(Autor desconhecido)

domingo, 29 de julho de 2012

ACALMA OS SEUS PENSAMENTOS


Acalme os seus pensamentos. E tranqüilize a sua alma.
Quando você apazigua a sua mente, é transmitida ao seu espírito a paz!
A voz da alma se cala, quando você deixa com que a sua mente
se atormente com pensamentos tortuosos, pensamentos que só trazem a você
sentimentos de tristezas, amarguras...
Mas quando você coloca a sua mente para serenar; quando você começa
a mandar embora da sua mente todos os maus pensamentos,
e começa a dar espaço para os bons fluídos tomarem conta dela,
fazendo por alguns instantes, que os bons fluídos envolvam o seu ser...
sentirá uma leveza em seu espírito; sentirá que a sua alma começará
a se expressar! Ela vai começar a se expressar de alguma forma...
Poderá ser com uma lágrima cristalina... ou com um riso de paz interior...
Um suspirar profundo... Trazendo para fora de si, todas as suas mágoas,
todas as angústias, todas as suas aflições!
Deixe sua mente livre neste momento...
Dê um livre acesso para a serenidade; para a paz.
Quando você cala a mente, você desprende a voz da alma.
(Gotas de Paz)

Página: Portal Vida e Consciente


ORAI E VIGIAI


quarta-feira, 25 de julho de 2012

Humildade Sempre

Joanna de Ângelis 

Alegra-te por fazeres parte da grandeza indescritível do Universo.

Não te subestimes, a ponto de constituíres-te uma nota dissonante, nesta sinfonia de incomparável musicalidade.

Busca sintonizar-te com a melodia que paira no ar, vibrante, afinando-te com a glória da vida.

Engrandece-te na ação das coisas de menor monta; apequena-te, quando diante das expressivas realizações que promovem os pruridos da vaidade e desarticulam as peças da simplicidade.

No contexto das expressões do Universo tu és importante, traduzindo a glória da Criação e evoluindo sem cessar.

A humildade exterioriza o valor e a conquista pessoais.

Ignorando-se, irradia-se e fomenta a paz em toda parte.

Jamais te deixes engolfar pela revolta, que traduz soberba e orgulho.

Quando alguém se permite penetrar de humildade, enriquece-se de força renovadora que se não exaure.

Contempla as estrelas, mas não te descuides dos pedregulhos sob os teus pés.

Sonha com os acumes esplendorosos das alturas, no entanto, não desconsideres as dificuldades-desafio da ascensão.

O Sol, que mantém a corte de astros que o cercam, desgasta-se, lentamente.

A Tecnologia, de tão salutares benefícios para a Humanidade, também responde pela tremenda poluição que ameaça a vida e a Natureza.

O metal, que reluz, se consome no burilamento a que se entrega.

Só a humildade brilha sem desgastar-se e eleva sem por em perigo.

Muitos falam, escrevem e traçam definições sobre a humildade de que se dizem possuidores ou que propõem para vivê-la os outros.

Sê tu aquele que passa incompreendido, porém entendendo o próximo e as circunstâncias, sem tempo para justificativas ou colocações defensivas.

Segue a programação a que te vinculas com o bem, não descurando o burilamento íntimo, o sacrifício pessoal.

Se outros pensam em contrário à tua atividade — cala e prossegue.

Cada qual responde a si mesmo pelo que é e pelo que faz.

A humildade difere da humilhação. Uma é luz, outra é treva; a primeira eleva, a segunda rebaixa.

Investe-te da segurança, de que, na Terra, ainda não há lugar ou pelo menos compreensão, para a verdadeira humildade de que Jesus se fez o protótipo por excelência, e, olhos nEle postos, ignora o mal e os sequazes dos maus, não revidando nem magoando ninguém, embora ferido, em sofrimento intenso, na certeza da vitória plena e final, após a larga travessia pelo oceano das paixões humanas dilacerantes.

terça-feira, 24 de julho de 2012

Os 11 sinais (sintomas) de paz interior"



(Medite em cada um deles e sinta a força que emana de seu coração)

1. Perda de interesse em conflito.
2. Ataques frequentes de sorrir.
3. Esmagadores ataques freqüentes de apreciação.
4. Perda de desejo de julgar os outros.
5. Capacidade inconfundível de apreciar cada momento.
6. Tendência a pensar e agir espontaneamente ao invés de
medo baseado na experiência do passado..
7. Perda de interesse em interpretar as ações dos outros.
8. Perda da capacidade de se preocupar (um sintoma grave).
9. Sentimentos satisfeitos de conexão para com o outro e da natureza.
10. Aumentando a susceptibilidade a amor prorrogado por
outros, bem como uma incontrolável vontade de estendê-lo.
11. Tendência crescente para deixar as coisas acontecerem
ao invés de fazer as coisas acontecerem.
Grupo Consciência 

11 SINTOMAS DE PAZ INTERIOR..​..........​



"Os 11 sinais (sintomas) de paz interior"

(Medite em cada um deles e sinta a força que emana de seu coração)


1. Perda de interesse em conflito.
2. Ataques frequentes de sorrir.
3. Esmagadores ataques freqüentes de apreciação.
4. Perda de desejo de julgar os outros.
5. Capacidade inconfundível de apreciar cada momento.
6. Tendência a pensar e agir espontaneamente ao invés de
medo baseado na experiência do passado..
7. Perda de interesse em interpretar as ações dos outros.
8. Perda da capacidade de se preocupar (um sintoma grave).
9. Sentimentos satisfeitos de conexão para com o outro e da natureza.
10. Aumentando a susceptibilidade a amor prorrogado por
outros, bem como uma incontrolável vontade de estendê-lo.
11. Tendência crescente para deixar as coisas acontecerem
ao invés de fazer as coisas acontecerem.
Grupo Consciência

MARIA ZEBINA DE MOURA CARVALHO RETORNA Á PÁTRIA ESPIRITUAL


Hoje dia 24 de julho, retornou á pátria espiritual  a nossa confreira MARIA ZEBINA DE MOURA CARVALHO.
Durante  anos, ZEBINA  conduziu com muito carinho e amor as atividades do Centro Espírita Catarina de Labouret . Nos primórdios do Espiritismo nesta Capital era frequentadora assídua do Centro Espírita Francisco de Assi.Desenvolveu atividades junto ao Centro Espírita Ismael Caridade e Luz , tendo sido também trabalhadora da Associação Lar Espírita Meimei , onde era companheira da saudosa D.Maria Augusta.Detentora de um profundo conhecimento da Doutrina Espírita, palestrante ,doutrinadora, evangelizadora, deixa-nos um exemplo forte da pureza doutrinária .
A ela nosso preito de gratidão pelo exemplo, mas acima de tudo pela garra e determinação que sempre norteou seus passos.Seu corpo está sendo velado no Cemitério Metropolitano (Rodovia Anel Viário - Messejana)  e o sepultamento  será amanhã dia 25/07/2012  10hs, naquele cemitério.

abraços fraternos,
Margarida Gadelha

Reforma Íntima: 15. Diálogo sobre ilusão


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domingo, 22 de julho de 2012

O Congo precisa da nossa ajuda!


‎"Agora que eu vim e dividi a minha história, esse combate não pode ser apenas meu. Essa luta tem de ser também do Brasil. Vocês precisam ajudar as mulheres do Congo."

We call on all of you who hold positions of power in relation to what is happening in the DR Congo to take action to STOP this genocide and to act to protect the innocent victims and in particular the women and children who are suffering on a daily basis in this country and around the World as they seek asylum and refuge. No longer can we or must we ignore their desperate plea's for assistance!.

Tradução: Apelamos a todos os que detêm posições de poder em relação ao que está acontecendo na República Democrática do Congo a tomar medidas para acabar com este genocídio e de agir para proteger as vítimas inocentes e, em particular as mulheres e crianças que sofrem diariamente neste país e em todo o mundo enquanto buscam asilo e refúgio. Não podemos mais ou devemos ignorar o seu apelo desesperado para obter ajuda!

Stop the killing in the DR Congo!

This petition is awaiting approval by the Avaaz Community
Stop the killing in the DR Congo!ted July 5, 2012



VOCÊ PODE USAR TAMBÉM ESSE LINK PARA ASSINAR A PETIÇÃO: http://www.avaaz.org/en/petition/Stop_the_killing_in_the_DR_Congo/?launch

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Todo dia é dia de estupro

Ela deixou o coração das trevas para contar sua história. A travessia de Marie Nzoli – do Congo a um hotel de luxo de São Paulo


“Por que a água é azul?”, pergunta Marie Nzoli, apontando para a piscina. Em um mundo com infernos demais, ela acabara de chegar do pior deles. Pela primeira vez em 48 anos de vida, deixara a República Democrática do Congo e, depois de uma saga de três dias, desembarcara no Gran Hyatt, um luxuoso hotel de São Paulo, com vista para a Ponte Estaiada. Na mala, trazia lençóis.Como nunca havia pegado um avião, ela pensava que seria necessário forrar a poltrona com eles. Ao olhar para a piscina e constatar que “a água é azul”, talvez estivesse tão ou mais encantada que o astronauta Iuri Gagarin ao ver pela primeira vez a Terra do espaço. Marie Nzoli atravessara vários mundos –fora e dentro de si – para contar sua história ao Brasil.
De onde Marie vem, o estupro é um instrumento de guerra. E as mulheres contaminadas pelo HIV são armas biológicas. O Congo é devastado por conflitos armados antes e depois da independência da Bélgica, em 1960. No final do século 19, quando a África já tinha sido canibalizada pelos europeus, a terra de Marie inspirou Joseph Conrad a escrever o perturbador “O coração das trevas” – livro que no século 20 inspiraria Francis Ford Coppola ao filmar“Apocalipse Now”, transportando o horror para o Vietnã. Hoje, o Congo continua habitado pela insanidade. Além das guerras, é arrasado também pela fome, pela falta de água potável e por doenças como Aids, sarampo e malária. Tem o pior IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) do planeta.
Para compreender o espanto de Marie é preciso apalpar as dimensões de sua travessia.Marie deixara uma casa de madeira, tijolo e barro, com uma plantação de batata e feijão e uma criação de cabras, porcos e coelhos, na pequena cidade de Butembo, no Kivu do Norte, uma das regiões mais perigosas do Congo.E, quando algo é muito perigoso no Congo, pense no inimaginável. Encravado no leste do país, a província de Kivu do Norte faz fronteira com Uganda e Ruanda. E, para além de todos os tormentos, vive uma disputa étnica entre tutsis e hutus. O genocídio que matou cerca de 1 milhão de tutsis na vizinha Ruanda, em 1994, se estendeu para dentro da fronteira leste do Congo, para onde hutus fugiram em massa depois da recomposição do país. (Se você não conhece essa história, pegue na locadora um filme chamado “Hotel Ruanda”.)   
Militares e guerrilheiros igualam-se na capacidade de cometer atrocidades em massa, deixando a população desamparada, sem ter para quem pedir proteção. Quase 2 milhões de pessoas, segundo a ONU, vivem hoje longe de suas aldeias – em fuga, mas sem conseguir escapar.“O povo do meu país está sempre fugindo”, diz Marie. “Foge de tudo, porque sabe que está sendo exterminado.” Foge em círculos.
Mulheres como Marie vivem a demência de ter seus filhos recrutados à força pelas milícias, quando ainda são crianças, e suas filhas, assim como mães e irmãs, estupradas muitas vezes, por muitos homens alternando-se sobre os seus corpos. É prática comum, além de violentar, arrancar os mamilos e o clitóris à faca, e furar os pés para que não possam fugir e sangrem até a morte. É uma guerra sem fim, alimentada pelo mercado internacional de diamantes, e talvez o Congo seja, há mais tempo, o pior lugar do planeta para uma mulher nascer.
A única saída para Marie é inventar vida no território da morte. Com outras 17 mulheres, ela criou, em 1983, uma organização chamada Coperma para reagir à violência contra seus filhos. Hoje, somam quase oito mil pessoas. Marie trabalha com vítimas de estupro. Mulheres de todas as idades que, além de serem estupradas, muitas vezes ficam com fístulas porque a violência transformou o canal do ânus e da vagina, ou da bexiga e da vagina, em uma coisa só. O rasgo é produzido pela quantidade de homens que se alternam sobre cada mulher, mas também é feito à faca ou com revólver ou fuzil. E, por terem sido estupradas, elas são discriminadas na comunidade.
No Congo, Marie é uma mulher de classe média. Perguntei o que isso significa. Ela explicou: “Eu como todo dia”. Marie nunca ouvira falar do Brasil. Nem mesmo do clássico futebol, favela e carnaval. Ela chegou aqui ao aceitar o convite da jornalista Ana Paula Padrão para participar de um fórum de debates chamado “Mulheres reais que inspiram”, promovido pelo site “Tempo de Mulher”, em 2 de julho. Quando recebeu o convite, foi correndo procurar o Brasil no mapa. Marie estava feliz, porque há muito sonhava em vencer as fronteiras do Congo para pedir socorro ao mundo.
Nos quatro dias em que permaneceu na capital paulista, Marie repetia: “Como o Brasil é rico, como as casas são bonitas, como a população vive bem aqui!”. Sua tradutora, Ilka Camarotti, retrucava: “Não é todo o Brasil que é assim”. Quando perguntei a Marie do que sentiria saudades, quando voltasse ao Congo, ela disse algo impensável para qualquer brasileiro: “Da limpeza do aeroporto”.  
Além do aeroporto, o hotel foi todo o Brasil que Marie conheceu. Nele, ela teve várias primeiras vezes: o banho de chueiro, vinho branco argentino (ela nunca tinha provado nenhuma bebida alcoólica), algumas frutas, como coco, a escada rolante, o cartão para abrir o quarto, a TV (ela nunca tinha visto) e o controle remoto. Um arrepio de prazer ao receber nas axilas o jato de desodorante do patrocinador do evento.
Mas nada impressionou Marie mais do que o elevador. No último dia, ela já apertava os botões sozinha, com um dedo trêmulo, como se estivesse prestes a acessar algum tipo de magia. E nunca sabia qual era a hora de dar o passo para fora, o momento em que o chão, sem sair do seus pés, chegava ao chão de fato.
Várias vezes, ao longo desta entrevista, Marie divagou. Enquanto a tradutora passava as respostas do francês para o português, ela espiava um prédio em construção, onde um elevador subia e descia. Alto, mas para si mesma, Marie espantava-se com o mundo: “La technologie...” E ria sozinha, em abissal perplexidade. Depois, voltava a contar sobre os estupros.
Perguntei a Marie o que gostaria de dizer aos brasileiros. Ela disse: “Agora que eu vim e dividi a minha história, esse combate não pode ser apenas meu. Essa luta tem de ser também do Brasil. Vocês precisam ajudar as mulheres do Congo.”Marie acredita que o que faltava para que os brasileiros se importassem era que alguém conseguisse chegar até aqui para contar o que está acontecendo lá. Para ela, é difícil compreender que alguém saiba – e nada faça.
Esta é a história de Marie Nzoli – cujo último nome significa “sonho”.