segunda-feira, 18 de novembro de 2019

Sobre o chakra frontal e sua afetação glandular no corpo físico pela pituitária

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Chakra Frontal ou Cerebral
- Localização: entre as sobrancelhas
- Cor: Anil
- Função: vitaliza a região dos olhos, visão e nariz. Desenvolve a clarividência. Este é o chakra do conhecimento, responsável pela atenção, força de vontade, poder de raciocínio, síntese e interesse pelo novo. Quando em equilíbrio, a pessoa sente-se encaixada no aqui e agora e tem a intelectualidade equilibrada. Quando em desequilíbrio, causa intelectualismo frio, ego exagerado, apego aos estudos etc. Pode causar problemas de rinite e visão
- Glândula: Pituitária (ou Hipófise)

A glândula pituitária é muito pequena. A biologia afirma que esta glândula é do tamanho de uma ervilha e pende da base do cérebro, descansando harmoniosamente sobre o osso esfenóide. 

A glândula pituitária é constituída de três partes: dois lóbulos e uma parte média (a hipófise anterior ou adeno-hipófise, hipófise intermediaria e hipófise posterior.), perfazendo um triângulo, cujo símbolo traduz a força da criação. 

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O lóbulo frontal desta glândula está encarregado de fiscalizar o tamanho da estrutura da comunidade celular. Devemos saber que no ato de fiscalizar existe também regularização e controle. Assim, podemos explicar que a vida seria impossível sem o lóbulo anterior da glândula pituitária.

A função do lóbulo posterior da glândula pituitária é também tonificar maravilhosamente os músculos involuntários do organismo. A secreção da pituitária afeta também a excreção de água dos rins.  

A hipófise armazena e secreta hormônios que, por sua vez, estimulam o funcionamento das demais glândulas do corpo. Mais precisamente, a glândula pituitária produz oito tipos de hormônio — o do crescimento, o estimulante da tireóide, o adrenocorticotrófico, o luteinizante, o folículo-estimulante, a prolactina, o antidiurético e a oxitocina — e entra em ação cada vez que outras glândulas deixam de funcionar como deveriam. Dos oito hormônios produzidos pela adeno-hipófise, quatro exercem sua ação por
intermédio de uma outra glândula endócrina.

2.1 A ADENO-HIPÓFISE OU HIPÓFISE ANTERIOR

A adeno-hipófise produz hormônios essenciais ao crescimento, ao metabolismo geral e à reprodução, garantindo a sobrevivência da espécie. Ela produz pelo menos seis hormônios. Três deles, as gonadotrofinas, são sexuais.

2.2 OS HORMÔNIOS SEXUAIS - AS GONADOTROFINAS

Estas substâncias estimulam as gônadas [testículos e ovários] a produzirem células reprodutoras.

2.3 O HORMÔNIO TIREOTRÓFICO

O hormônio tireotrófico [TSH] estimula a glândula tireóide e participa no metabolismo orgânico, no aproveitamento da água, do iodo, do cálcio, do fósforo, dos açúcares, das gorduras, das proteínas e das vitaminas.

2.4 O HORMÔNIO ADRENOCORTICOTRÓFICO

O hormônio adrenocorticotrófico [ACTH] é o ativador da parte externa da glândula supra-renal, vital no controle da água, sais e outros elementos.


2.5 O HORMÔNIO SOMATOTRÓFICO

O sexto hormônio, o somatotrófico, ou hormônio do crescimento, estimula o crescimento de todos os tecidos do corpo e também tem grande importância no aparecimento do diabetes.

2.6 A HIPÓFISE INTERMEDIÁRIA E O HORMÔNIO MELANOTRÓFICO

A parte intermediária da hipófise secreta o hormônio melanotrófico ou melatrofina que em peixes e anfíbios induz à dispersão dos grânulos de melanina dos melanócitos, levando ao escurecimento da pele. Esse processo é de fundamental importância para a proteção desses animais diante da ação dos predadores.

2.7 A HIPÓFISE POSTERIOR E A VASOPRESSINA, O HORMÔNIO ANTIDIURÉTICO E A
OXITOCINA

A hipófise posterior ou neuro-hipófise, localiza-se no lobo posterior, sendo constituída por fibras nervosas desprovidas de mielina (desmielinizadas) e por células da neurologia. Os hormônios neuro-hipofisários são: a vasopressina ou hormônio antidiurético (ADH), ambos produzidos no hipotálamo e armazenados no lobo posterior da hipófise, que controla o equilíbrio hídrico do organismo.

A oxitocina age na musculatura lisa da parede do útero, facilitando a expulsão do feto e da placenta.

Uma característica peculiar da neuro-hipófise é a sua circulação, curiosamente feita quase que totalmente de sangue venoso, isto é, carregado de gás carbônico e com baixas taxas de oxigênio. 

As secreções da “glândula mestra” obedecem a um conjunto de estímulos de ordem hormonal e nervosa. Assim, pode-se concluir que exista uma relação direta entre estado psíquico e hormônios.

A ocitocina ou oxitocinona é um hormônio produzido pelo hipotálamo e armazenado na p90-hipófise posterior (Neurohipófise) tendo como função: promover as contrações musculares uterinas; reduzir o sangramento durante o parto; estimular a libertação do leite materno; desenvolver apego e empatia entre pessoas; produzir parte do prazer do orgasmo; e modular a sensibilidade ao medo (do desconhecido).

2.8 CENTROS DE REGULAÇÃO DO COMPORTAMENTO E DA EMOÇÃO

Durante muito tempo acreditou-se que a regulação do comportamento e em especial o comportamento emocional estaria na dependência de todo o cérebro. Coube principalmente a Hess, demonstrar a existência de centros de regulação do comportamento. Sabe-se que as áreas relacionadas com o comportamento emocional ocupam territórios bastante grandes.

Por exemplo, no tronco encefálico estão localizados vários núcleos de nervos cranianos, viscerais e somáticos. Ativando-se essas estruturas ocorrem estados emocionais, resultando diversas manifestações como: o choro, alterações fisionômicas, sudorese, salivação, aumento do ritmo cardíaco.

Além de sua participação nos fenômenos emocionais, estas áreas relacionam-se também com comportamentos ligados às necessidades básicas do organismo tais como a sede, a fome e o sexo, importantes para a preservação do indivíduo e da espécie. O fato de que as áreas encefálicas que regulam o comportamento emocional também regulam o sistema nervoso autônomo torna-se mais significativo se considerarmos que as emoções se expressam através de manifestações viscerais [choro, aumento de salivação, eriçar de pelos em um gato com raiva] e são acompanhadas de alterações da pressão arterial, do ritmo cardíaco e respiratório.

De uma maneira geral, a atividade das células hipofisárias e a emissão de seus hormônios no sangue estão sob o controle de centros nervosos situados na base do cérebro, na região denominada hipotálamo. As relações entre as duas estruturas se faz por intermédio de substâncias químicas: os fatores de liberação, ou “releasing factors”, secretados por alongamentos de células especializadas do hipotálamo.

Funciona mais ou menos assim: quando alguma glândula para de produzir ou liberar hormônios e os níveis dessas substâncias ficam baixos demais, mensagens de aviso chegam até o cérebro que, por sua vez, passa o recado para a hipófise. Ela, então, começa a secretar hormônios que caem na corrente sanguínea, percorrem todo o caminho até a glândula problemática e a estimulam a voltar a trabalhar — e o mesmo processo ocorre quando há uma produção excessiva de determinado hormônio.

Ademais, é relevante salientar, que a exemplo do doutor Krumm-Heller, professor de Medicina da Universidade de Berlim, demonstrou-se que entre as glândulas pineal e pituitária existe um canal, ou capilar, muito sutil, já desaparecido nos cadáveres. Assim, pois, essas duas glândulas se encontram conectadas por esse fino canal. Desse modo, pode-se dizer poeticamente que a glândula pituitária é o "pajem" e "porta-luz" da glândula pineal. Inobstantemente, não existe dúvida alguma sobre a eletrobiologia e sobre as forças bioeletromagnéticas que impele a ciência a aceitar um intercâmbio bioeletromagnético entre as glândulas pituitária e pineal.

Nesse sentido, ante o biologia do corpo sutil, podemos dispor da expressão "chakras" perante a qual o Espiritismo já esboçou categoricamente teor ratificador, a destacar-se na obra de André Luis em que se fala mais esmiuçadamente sobre os mesmos, denominando-se, ainda assim, por seu viés, o chakra frontal de "Centro Cerebral".

É destaque do seu livro "Entre o Céu e a Terra" a interrelação essencial presente entre os chakras coronários (pineal) e cerebral (hipófise), veja-se:
Desses centros secundários, entrelaçados no psicossoma, e, conseqüentemente, no corpo físico, por redes plexiformes, destacamos o centro cerebral contíguo ao coronário, com influência decisiva sobre os demais, governando o córtice encefálico na sustentação dos sentidos, marcando a atividade das glândulas endocrínicas e administrando o sistema nervoso em toda a sua organização. (…) ordena as percepções de variada espécie, percepções essas que, na vestimenta carnal, constituem a visão, a audição, o tato e a vasta rede de processos da inteligência que dizem respeito à Palavra, à Cultura, à Arte, ao Saber. É no centro cerebral que possuímos o comando do núcleo endocrínico, referente aos poderes psíquicos” (Entre a Terra e o Céu, p. 165, 25ª Edição).

No corpo físico, tal chakra fica próximo ao ponto central da testa, pouco acima e entre os olhos, poopularmente conhecido como "terceiro olho", podendo também ser chamado de Plexo Carotídeo e Plexo Cavernoso. Ele, por meio da sua intervenção física glandular através da pituitária faz parte do sistema simpático periférico.

Esmiuçadamente, refere-se a ligação nervosa direta existente entre a hipófise e o olho, ouvido e nariz; mas, de fato, porque governa o cérebro e glândulas endócrinas, comanda os 5 sentidos: visão, audição, paladar, olfato, tato. Trata-se em suma de um distribuidor de sensações, diante das vibrações recebidas pelo chakra Frontal. Relaciona-se com os fenômenos mediúnicos da vidência, audiência e odor astral. 

Este chakra é responsável pela vidência no plano astral que pode ser:

• Clarividência à distância: tubo fluídico. Luneta: quadros fluídicos (no espaço/tempo).
• Vidência mental: cenas revividas pela memória e novamente plasmadas. Imagens
criadas pela imaginação. Com o desenvolvimento este chakra, passa -se a ter segurança na interpretação do que vemos mentalmente.

Audiência:

• Astral: a voz do Espírito é ouvida dentro da caixa craniana.
• Clariaudiência à distância: tubo acústico fluídico, ouve-se vozes e sons que vibram à distância.
• Mental: uma voz no cérebro (uma voz sem som).

Curiosidades: 
Os yogues do Hindustão dizem que da glândula pituitária nasce a flor de lótus de duas pétalas. Essa flor de lótus situa-se no corpo astral exatamente entre as duas sobrancelhas. É o chacra pituitário que nos faz clarividentes. Na terra sagrada dos Vedas existem muitas práticas secretas para se desenvolver a clarividência. Dizem os hindustanes que o chacra frontal tem 8 poderes maiores e 36 menores. O clarividente percebe a 4ª dimensão.

O chakra Frontal é responsável, ainda, pela clareza de raciocínio e pela percepção intelectual, que será tanto mais aguda e rápida, quanto mais for desenvolvido o chakra. Outra função deste chakra é poder, segundo a vontade do homem, emitir raios dirigidos às pessoas e com diversos objetivos (calma, força, conforto e alívio, equilíbrio), ou seja, tem a função correspondente à mentalização. De acordo, com a necessidade estas irradiações poderão ser coloridas dependendo da freqüência vibratória emanadas.

No seu aspecto moral, corresponde a responsabilidade por si mesmo, à ampliação da consciência. Portanto, é essencial para a obtenção da visão e equilíbrio, que traz a clareza, mas que, em desarmonia, traz confusão mental. Algumas doenças físicas estão a ele associados, como miopia, hipermetropia, astigmatismo, estrabismo, glaucoma, pontos negros, catarata, olhos vermelhos e secos, enxaquecas, dores de cabeça, tonturas, vertigens e Mal de Meniére.

Kênia Rios de Lima
Fortaleza, 18 de novembro de 2019